TECONOLOGIA DA INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS

10 dicas para virar um provedor de serviços de sucesso – CRN

In ARTIGOS E OPINIÃO on 02/09/2012 at 16:04
Empreendedores listam pontos cruciais para colher recompensas (e baixar um pouco a taxa de ansiedade) na hora de montar um negócio
Começar algo novo pode parecer assustador – especialmente se você está contando que isso gere o lucro necessário para pagar suas contas. A criação de um negócio pode ser estressante, mas também muito gratificante, tanto nos aspectos financeiros quanto emocionais. Aqui estão 10 dicas dadas por 250 empreendedores sobre como colher mais das recompensas (e baixar um pouco a taxa de ansiedade) de uma empresa nascente.

1. Tenha alguns clientes para começar. Frequentemente, isso significa dar duro, fazer horas extras e manter atividades paralelas a um trabalho em tempo integral. “É sempre bom começar com alguns contratos ou se sofre mais do que o necessário”, comentou Matt Lombardi, fundador da Atlantic Metro Communications, de Nova Jersey.

2. Nem todo dinheiro é criado da mesma maneira. A escolha de um parceiro de capital precisa ser tão estratégica quanto qualquer outra decisão. Esse pode ser um conselho difícil de seguir, pois quando uma empresa está apenas começando, especialmente quando está em fase de conceito, é difícil recusar dinheiro. No entanto, muitos empresários lamentam a origem do capital inicial de terceiros a medida que crescem.

“Avalie as conexões do investidor, que portas ele pode abrir, como lhe ajudariam a encontrar as pessoas certas a suas necessidades, etc”, listou Aric Bandy, CEO da Agosto, de Minnesota.

3. Procure formas de fazer o máximo trabalho com o mínimo de recursos: Isso não significa ser preguiçoso. É justamente o contrário. Começar um negócio significa usar diferentes chapéus por algum tempo. Por exemplo, Henry Park fundou a 3GC Group, de Los Angeles, em 2004, e só contratou o primeiro vendedor dedicado ao projeto ao final de 2006.

4. Contrate com cuidado. Estrelas do rock raramente arrasam (mesmo que, de vez em quando, fazem isso em grande estilo). Depois de atingir determinado tamanho, torna-se fundamental trazer talentos para levar a empresa a um próximo nível. “Muitas vezes, vi empresas percebem uma fraqueza em sua equipe – vendas, marketing, operações, etc – e tentar resolver a questão contratando alguém com um currículo de rockstar”, disse Bandy. “Parece uma solução fácil, uma bala de prata que resolve o problema de uma área. Eu cometi esse erro”.

Em vez de cultivar uma postura desse tipo, privilegie a montagem de um time. As habilidades de cada funcionário devem se complementar. Bandy acrescentou: não tenha medo de talentos não comprovados, esse é um grande erro que empresas estabelecidas costumam cometer. Considere competência, capacidade e características para encaixar as peças da equipe e, depois disso, considere o currículo do candidato.

5. Lidere. Ninguém quer trabalhar ou fazer negócios com alguém que parece perdido. No entanto, nem todos os empresários são líderes natos. Para aqueles que procuram orientação, Park recomenda ler “Tribal Leadership” (no Brasil sob o título de “O executivo e sua tribo”), de Dave Logan.

“Amo esse livro porque, quando comecei, precisava de sujeitos com a mesma visão que eu tinha. Agora, encaro isso sob um ponto de vista de valor e questiono: ‘Será que eles têm os mesmos valores que eu?’. Há muita gente capaz por aí. Mas, em cima disso, é igualmente importante ter os mesmos valores, por exemplo, em termos de ética de trabalho, tempo para a família e honestidade”.

6. Concentre-se nos sistemas. Tecnologia é a base dos negócios de um provedor de solução. Uma empresa de sucesso deve garantir que possui uma infraestrutura forte e estável desde o início. Não ter que se preocupar se as coisas vão realmente funcionar reduz dores de cabeça e salva dinheiro. Está aí uma grande vantagem.

Se a infraestrutura tecnológica da operação não satisfazer as necessidades, isso pode significar o fim de um negócio nascente.

Park, por exemplo encontrou um grande parceiro, a Covad, que funcionava como braço de vendas das soluções inserindo a 3GC em um pacote de hardware. VARs devem encontrar aliados capazes de vender seus serviços e, depois, ter a certeza de que a solução possa ser implementada de forma confiável e econômica.

7. Certifique-se que as necessidades dos clientes estão atendidas. Independentemente do que é vendido, tenha em mente que você é um provedor de soluções. Isso significa que seu negócio é construído em primeiro lugar em relações pessoais. “Nossos clientes são tudo”, sintetizou Park, que acrescentou: “Sempre verificamos se está indo tudo certo, vemos o que precisam, os atualizamos com mudanças. Quando perguntam sobre novas tecnologias, queremos ser os primeiros consultados. Quando mais envolvidos com seus provedores, mais propensos a contratarem projetos futuros”.

8. Entenda a linha tênue entre o corte e o sangramento. Empreendedores como Park investem em novas tecnologias. Eles forjam relações na área de capital de risco, encontram as bordas das novidades e pesquisam essas questões sob um prisma de gestão e finanças. Esse tipo de investigação profunda é fundamental para encontrar pontos onde sua empresa poderá oferecer diferenciais. O executivo explica que é melhor resolver as questões na área “de corte”, estancando o sangramento, do apenas “secando o sangue que jorra das feridas” por meio de abordagem ou posicionamento mal realizado.

9. Aproveite a nuvem. Cloud computing coloca startups no jogo. “Você conseguirá agilidade, escalabilidade, elasticidade e foco no que realmente importa: o próprio negócio”, disse Vincent W. Mayfield, CEO da Bit-Wizards, da Flórida. Ninguém “entrou no negócio para possuir um monte de ativos de TI. Centros privados de dados serão um luxo que mesmo as companhias que compõem a lista da Fortune 2000 talvez sejam incapazes de pagar. A nuvem é um equalizador para as pequenas e médias empresas. Ele dá a todos a capacidade de ter uma infraestrutura global”.

10. Entenda de finanças. Tenha uma boa noção de contabilidade ou contrate alguém que tenha tal habilidade. É uma boa ideia que essa pessoa, enquanto integra-se a sua equipe, também olhe para o negócio de forma diferente de você. Outras perspectivas ajudam a identificar problemas que podem se transformar em grandes dificuldades no percurso para o crescimento. “Se o profissional que trouxer é igual a você, muito provavelmente enfrentará os mesmos desafios, e não reconhecerá outros”, pontuou Park. “Não tenha medo de ver as coisas de forma diferente”.

É importante conhecer os seus pontos fortes – e não se esquecer dos pontos fracos. Como Mayfield aconselhou: “Reconheça aquilo que você não sabe, admita que você não sabe e peça ajuda.”

10 dicas para virar um provedor de serviços de sucesso – CRN.

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